Na realidade, estupro coletivo é algo absolutamente antigo. Vem desde os primórdios da civilização e não cessou até hoje. Em 1945, soldados soviéticos estupraram 2 milhões de mulheres alemãs, sendo que muitas delas se suicidaram antes, para não sofrerem a violência. Em 1937 e 1938, soldados do Império Japonês estupraram mulheres e crianças chinesas em Nanquim, foram, provavelmente, centenas de milhares de vitimas. O estupro coletivo era quase uma arma de guerra, um forma de vingança, de submeter um povo. Prática recorrente entre os povos bárbaros, na Idade Média, como os exércitos de Gengis Khan e Átila, o Huno. Entre poucos povos, como o cristão, essa prática foi veementemente repudiada.
O Boko-Haram tem como prática recorrente o sequestro de meninas, na África, como forma de dominação. As coitadas são escravizadas e passam o resto da miserável vida delas sendo estupradas. O Boko-Haram afirma que a educação ocidental, cristã ou, como eles preferem, "não-islâmica", é um pecado.
Eu sou absolutamente favorável à luta feminista, em certo sentido, eu só não entendo porque o discurso feminista parte sempre de uma criminalização dos valores judaico-cristãos nos quais se baseiam toda a Civilização do Ocidente. Se eu fosse mulher, certamente procuraria ingressar na luta feminista, por direitos, mas, até por isso mesmo, me voltaria, primeiramente, contra o feminismo radical, que desvirtua o movimento que pode, sim, ser absolutamente legítimo e necessário. Em que outra sociedade as mulheres foram tão valorizadas? Existe o machismo? Sim, é claro que sim. É legítima a luta contra o machismo? Sim, é claro que sim também. Mas em que consiste o machismo, odiento e ainda existente na sociedade Ocidental? Seria, mesmo, uma boa tática tentar minar as bases sociais do Ocidente para combater o machismo? Descartar a criança junto com a água suja?
O Boko-Haram tem como prática recorrente o sequestro de meninas, na África, como forma de dominação. As coitadas são escravizadas e passam o resto da miserável vida delas sendo estupradas. O Boko-Haram afirma que a educação ocidental, cristã ou, como eles preferem, "não-islâmica", é um pecado.
Eu sou absolutamente favorável à luta feminista, em certo sentido, eu só não entendo porque o discurso feminista parte sempre de uma criminalização dos valores judaico-cristãos nos quais se baseiam toda a Civilização do Ocidente. Se eu fosse mulher, certamente procuraria ingressar na luta feminista, por direitos, mas, até por isso mesmo, me voltaria, primeiramente, contra o feminismo radical, que desvirtua o movimento que pode, sim, ser absolutamente legítimo e necessário. Em que outra sociedade as mulheres foram tão valorizadas? Existe o machismo? Sim, é claro que sim. É legítima a luta contra o machismo? Sim, é claro que sim também. Mas em que consiste o machismo, odiento e ainda existente na sociedade Ocidental? Seria, mesmo, uma boa tática tentar minar as bases sociais do Ocidente para combater o machismo? Descartar a criança junto com a água suja?
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