Quando Cristo disse: "amai-vos uns aos outros como eu vos amei", estava querendo dizer para sofrermos por amor como Ele sofreu. Disse ainda: "Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida por seus amigos." Amar é fatalmente agonizar de tanto sofrer! É entregar-se à morte. Podemos dizer que o sofrimento é quase a medida do amor.
Quem ama, sempre cuida, se preocupa, independentemente do outro. Pois bem, cuidar e se preocupar é sofrer! É a mãe que cuida do filho com algum problema e que sofre horrores por amor. É a mulher cujo o marido foi para a guerra e ela fica aqui, sofrendo de tanta preocupação e também saudade, angustiada por não saber se ele volta. É uma relação de proporcionalidade quase exata, me parece. Amor sem sofrimento não é amor! Às vezes vejo mulheres (e também homens, mas mais mulheres) dizerem que vão se separar porque "não felizes". Sempre pergunto com certa ironia: "Você queria ser feliz, é? Não foi o padre quem disse: "Na alegria, na tristeza, na saúde, na doença até que a morte os separe"? Achou que era brincadeira? Que o padre tirava onda?" Aquilo lá não acontece assim há 2000 anos atoa...
Essas coisas não me parecem tão complicadas, tanto que eu realmente não compreendo bem pessoas que tem as mais malucas dúvidas sobre o amor. Uma vez perguntei para um amigo: "Mas você ama ela?" Ele respondeu: "Não sei!" Retruquei de imediato: "Oxente! E quem é que sabe?" "Mas você se preocupa com ela?, você gosta de estar de com ela?, sofre quando não está? Você cuida dela?", perguntei. Ele respondeu que sim para todas as questão. Então qual era a razão da maldita dúvida? Nem ele e muito menos eu sabemos... Quem conhece a si mesmo é sempre mais sábio! A Igreja admite o divórcio, desde que não haja amor. Só não dá é para você chegar lá em Roma dizendo: "Santo Padre, eu achei que amava o pau mole do meu marido, mas agora eu quero o divórcio!" Tem gente que vive exigindo que a Igreja se "adapte ao mundo". No dia que ela fizer isso (e não vai fazer!), eu deixo de ser católico. Adaptar-se às veleidades do mundo é se corromper, é inevitavelmente deixar de existir.
Quem ama, sempre cuida, se preocupa, independentemente do outro. Pois bem, cuidar e se preocupar é sofrer! É a mãe que cuida do filho com algum problema e que sofre horrores por amor. É a mulher cujo o marido foi para a guerra e ela fica aqui, sofrendo de tanta preocupação e também saudade, angustiada por não saber se ele volta. É uma relação de proporcionalidade quase exata, me parece. Amor sem sofrimento não é amor! Às vezes vejo mulheres (e também homens, mas mais mulheres) dizerem que vão se separar porque "não felizes". Sempre pergunto com certa ironia: "Você queria ser feliz, é? Não foi o padre quem disse: "Na alegria, na tristeza, na saúde, na doença até que a morte os separe"? Achou que era brincadeira? Que o padre tirava onda?" Aquilo lá não acontece assim há 2000 anos atoa...
Essas coisas não me parecem tão complicadas, tanto que eu realmente não compreendo bem pessoas que tem as mais malucas dúvidas sobre o amor. Uma vez perguntei para um amigo: "Mas você ama ela?" Ele respondeu: "Não sei!" Retruquei de imediato: "Oxente! E quem é que sabe?" "Mas você se preocupa com ela?, você gosta de estar de com ela?, sofre quando não está? Você cuida dela?", perguntei. Ele respondeu que sim para todas as questão. Então qual era a razão da maldita dúvida? Nem ele e muito menos eu sabemos... Quem conhece a si mesmo é sempre mais sábio! A Igreja admite o divórcio, desde que não haja amor. Só não dá é para você chegar lá em Roma dizendo: "Santo Padre, eu achei que amava o pau mole do meu marido, mas agora eu quero o divórcio!" Tem gente que vive exigindo que a Igreja se "adapte ao mundo". No dia que ela fizer isso (e não vai fazer!), eu deixo de ser católico. Adaptar-se às veleidades do mundo é se corromper, é inevitavelmente deixar de existir.
Nenhum comentário:
Postar um comentário