"Ame o Senhor, o seu Deus, de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todas as suas forças."
(Dt 6, 5)
De todas as coisas, só uma é de fato bela: a caridade. O cristianismo é isso, é a religião da caridade, é a religião do outro que sofre. Por mais que se busque em todas as outras religiões do mundo (vide a Enciclopédia de Religião e Ética), não se encontrará semelhante conceito ou valor. Em nenhuma! O que importa para nós é entender a razão, o porquê. Por que é assim? É assim porque o mundo é feio e malvado. E não será jamais bonito e bom, pois se algum dia viesse a ser, não haveria razão nenhuma para nós nos compadecermos, como nos compadecemos, com aqueles que sofrem e que ainda vão sofrer, inevitavelmente vão sofrer.
As pessoas precisam entender isso muito bem para serem cristãs: este mundo não tem solução. Não há como esperar pelo melhor. Temos, isso sim, que nos preparar para o sofrimento, para o pior, para a dor e buscar, por isso mesmo! -- porque o sofrimento e a dor são a regra deste mundo --, ajudar ao próximo, como quem ajuda a um companheiro que se encontra na mesmíssima canoa furada e que nos fará companhia, quando a canoa afundar, até o estuário do rio.
Odeiem as demagogias, políticas e discursos que prometem soluções ainda que de longuíssimo prazo e por mais evanescentes que sejam. Preparem suas vidas e suas almas para a Vida Eterna, para estarem na presença de Deus e, assim e só assim, tudo terá valido a pena. A vida do cristão e por conseguinte dos filósofos e sábios, é uma constante preparação a morte. A oração da Ave Maria, o Pai-Nosso, o nosso bê-a-bá, clamamos, suplicamos pela estadia no Reino de Deus e não pelo destino comum de todos os corpos putrefatos entre os cascalhos.
Ser cristão é aprender a morrer e ansiar pela hora da morte como Santo Agostinho ansiou. Não encarem a morte com tristeza: encarem-na com alegria! Quem sabe que existe um Deus bom e justo e que nele pode confiar, nada tem a temer. Todo medo, qualquer dos medos que se tenha, é um sinal eminente de fraqueza na Fé, de desesperança em Deus. Os repreenda e faça em sinal de fé! Se tiver medo de qualquer coisa, qualquer coisa!, faça! Não é fácil, eu sei, mas uma vida grandiosa depende de tentarmos, pelo menos. Tenham confiança em Deus da mesma forma que têm quando entram num elevador. Ninguém entra num elevador se duvidar, por menor que seja a dúvida, que ele possa despencar. Quem encara a morte com triste e lamento, não é bom cristão: pais que perderam os filhos, filhos que perderam os pais, irmãos que perderam irmãos... Enterrem-nos! A vida só pertence a Deus.
A religião não é um conforto, algo que console, um anestésico, uma boia que você deva se agarrar para não morrer afogado. Você vai morrer afogado de qualquer maneira! A questão também não é o fato inquestionável de que você vai morrer. (Você achou que fosse acontecer o quê? Virar uma borboleta?) Olhe para os seus pais: eles irão morre! Pais, olhem para os seus filhos: eles também vão morrer! O natural é que os pais morram primeiros, mas quem é que sabe? Pais: eduquem seus filhos para o céu! Filhos: queiram estar no céu com seus pais!
Para essas dores, as dores da vida, não existem remédios, apenas alguns subterfúgios malignos que prometem aliviá-las. Não vão aliviar! As dores da vida não têm remédio porque não são doença, mas, sim, sintomas, sintomas de uma vida afastada de Deus. Se dói, é porque ainda se sente. E se se sente é porque sua alma ainda está presa a este mundo. Presa a esta vida de merda porque você não está preparado para a morte, não está preparado para se encontrar na presença de Deus, não é digno de Deus.
Tornem-se dignos! Sejam dignos! A vida depende disso.
(Dt 6, 5)
De todas as coisas, só uma é de fato bela: a caridade. O cristianismo é isso, é a religião da caridade, é a religião do outro que sofre. Por mais que se busque em todas as outras religiões do mundo (vide a Enciclopédia de Religião e Ética), não se encontrará semelhante conceito ou valor. Em nenhuma! O que importa para nós é entender a razão, o porquê. Por que é assim? É assim porque o mundo é feio e malvado. E não será jamais bonito e bom, pois se algum dia viesse a ser, não haveria razão nenhuma para nós nos compadecermos, como nos compadecemos, com aqueles que sofrem e que ainda vão sofrer, inevitavelmente vão sofrer.
As pessoas precisam entender isso muito bem para serem cristãs: este mundo não tem solução. Não há como esperar pelo melhor. Temos, isso sim, que nos preparar para o sofrimento, para o pior, para a dor e buscar, por isso mesmo! -- porque o sofrimento e a dor são a regra deste mundo --, ajudar ao próximo, como quem ajuda a um companheiro que se encontra na mesmíssima canoa furada e que nos fará companhia, quando a canoa afundar, até o estuário do rio.
Odeiem as demagogias, políticas e discursos que prometem soluções ainda que de longuíssimo prazo e por mais evanescentes que sejam. Preparem suas vidas e suas almas para a Vida Eterna, para estarem na presença de Deus e, assim e só assim, tudo terá valido a pena. A vida do cristão e por conseguinte dos filósofos e sábios, é uma constante preparação a morte. A oração da Ave Maria, o Pai-Nosso, o nosso bê-a-bá, clamamos, suplicamos pela estadia no Reino de Deus e não pelo destino comum de todos os corpos putrefatos entre os cascalhos.
Ser cristão é aprender a morrer e ansiar pela hora da morte como Santo Agostinho ansiou. Não encarem a morte com tristeza: encarem-na com alegria! Quem sabe que existe um Deus bom e justo e que nele pode confiar, nada tem a temer. Todo medo, qualquer dos medos que se tenha, é um sinal eminente de fraqueza na Fé, de desesperança em Deus. Os repreenda e faça em sinal de fé! Se tiver medo de qualquer coisa, qualquer coisa!, faça! Não é fácil, eu sei, mas uma vida grandiosa depende de tentarmos, pelo menos. Tenham confiança em Deus da mesma forma que têm quando entram num elevador. Ninguém entra num elevador se duvidar, por menor que seja a dúvida, que ele possa despencar. Quem encara a morte com triste e lamento, não é bom cristão: pais que perderam os filhos, filhos que perderam os pais, irmãos que perderam irmãos... Enterrem-nos! A vida só pertence a Deus.
A religião não é um conforto, algo que console, um anestésico, uma boia que você deva se agarrar para não morrer afogado. Você vai morrer afogado de qualquer maneira! A questão também não é o fato inquestionável de que você vai morrer. (Você achou que fosse acontecer o quê? Virar uma borboleta?) Olhe para os seus pais: eles irão morre! Pais, olhem para os seus filhos: eles também vão morrer! O natural é que os pais morram primeiros, mas quem é que sabe? Pais: eduquem seus filhos para o céu! Filhos: queiram estar no céu com seus pais!
Para essas dores, as dores da vida, não existem remédios, apenas alguns subterfúgios malignos que prometem aliviá-las. Não vão aliviar! As dores da vida não têm remédio porque não são doença, mas, sim, sintomas, sintomas de uma vida afastada de Deus. Se dói, é porque ainda se sente. E se se sente é porque sua alma ainda está presa a este mundo. Presa a esta vida de merda porque você não está preparado para a morte, não está preparado para se encontrar na presença de Deus, não é digno de Deus.
Tornem-se dignos! Sejam dignos! A vida depende disso.
Nenhum comentário:
Postar um comentário