Não é o que uma pessoa fala e não é o que uma pessoa pensa que faz dela uma pessoa racista. São suas mais profundas convicções, estas expressas na forma concreta de suas atitudes e no "repertório" das tais convicções, que devem além de tudo se fundar numa lógica discriminatória em função da condição (um dolo específico), de um fenótipo de toda uma parcela do conjunto de homens e mulheres. Condenar alguém a execração pública por dizer DIZER algo racista, como se por DIZER fosse a pessoa racista, é um absurdo em si.
O problema de leis que visam coibir práticas racistas, preconceituosas, é que a lei apenas consegue punir a expressão mais direta e concreta de uma manifestação racista ou preconceituosa, visto ser uma característica própria da norma legal a exterioridade, isto é, só é capaz de punir ação quando exteriorizada, não oferecendo nenhuma forma solução para os problemas quando estes jamais se materializam, existindo apenas num plano inacessível de consciência. Este fato, para mim inquestionável, além de dar margem ao cometimento de terríveis injustiças, compromete definitivamente a EFICÁCIA da lei.
O problema de leis que visam coibir práticas racistas, preconceituosas, é que a lei apenas consegue punir a expressão mais direta e concreta de uma manifestação racista ou preconceituosa, visto ser uma característica própria da norma legal a exterioridade, isto é, só é capaz de punir ação quando exteriorizada, não oferecendo nenhuma forma solução para os problemas quando estes jamais se materializam, existindo apenas num plano inacessível de consciência. Este fato, para mim inquestionável, além de dar margem ao cometimento de terríveis injustiças, compromete definitivamente a EFICÁCIA da lei.
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